/A TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO E A SITUAÇÃO ESCOLAR

A TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO E A SITUAÇÃO ESCOLAR

Esse trabalho foi realizado com o intuito analisar o processo de inserção tecnológico nas escolas abordando o atual ponto de partida e tenta mostrar a realidade sobre a situação do país no assunto.

O desenvolvimento foi divido em três partes para que fosse possível ao leitor identificar os pontos chaves envolvidos nessa questão, que são as origens da tecnologia e suas vantagens didáticas na sala de aula, a realidade da sala de aula e o papel do professor e da escola no processo tecnológico. A pesquisa foi munida de dados que comprovam   a   realidade do sistema educacional brasileiro e leva a quem lê uma reflexão sobre o assunto, trazendo à mesa as várias faces do ponto de vista do tema para que possa ser feita a análise do teor do trabalho.

INTRODUÇÃO

No dia a dia é cada vez mais comum a adesão de termos que são consequência de uma nova linhagem de pensamento que é reflexo direto da globalização e das tecnologias que vieram junto com esse processo, a principal delas é a internet. Com a internet absolutamente tudo está conectado, todos fazem parte de uma teia invisível que aproxima, agiliza, e, por fim, veio de forma definitiva para agir principalmente como facilitador das atividades que são realizadas pelas pessoas diariamente, é um lugar onde o conhecimento e as informações são obtidas com a facilidade de um clique.

A potencialização do uso da internet e o uso das mais diversas Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC trouxeram uma mudança eminente na forma de como a sociedade vê o mundo e uma revisão das relações sociais, culturais e econômicas, do ponto de vista educacional isso não foi diferente; A escola sentiu a necessidade de adaptar-se a essa nova realidade, por exemplo: Alguns anos atrás era impensável a possibilidade de obter um diploma de nível superior sem ir na universidade diariamente, esse paradigma foi quebrado com os primeiros cursos chamados a distância do país, possibilitando para quem não conseguia ir a uma unidade de ensino realizar o ensino superior quando fosse possível assistir as aulas pela internet. É nítido que há um movimento para a informatização das escolas em todo o território nacional, porém, esse processo ainda é lento e tem encontrado uma quantidade grande de problemas na incorporação de recursos tecnológicos em suas aulas, entraves esses que vão desde a falta de recursos financeiros, passam pela adaptação dos professores e a falta de estrutura nas escolas.

O que se pode observar é que independente da origem social, toda a população está conectada através da internet, mas isso não significa que apesar de todas as vantagens, o uso da internet e das TIC nas escolas trará uma melhoria no processo de aprendizagem. Desta maneira é necessário fazer uma reflexão sobre o papel dos docentes e da escola no processo de implementação do processo tecnológico.

Em um primeiro momento este trabalho levanta de forma breve o processo de evolução da palavra tecnologia e seu significado, faz um histórico da educação no país e levanta alguns benefícios que serão interessantes em uma escola onde há um acesso maior as TIC. No segundo momento é levantada a atual realidade das salas de aula do país, é mostrado que para poder implementar um processo tecnológico na escola não é necessário apenas resolver problemas estruturais que por sinal são muitos, mas sim propor uma reforma em toda estrutura educacional que começa muito antes do momento da aula em sala, mas sim na formação dos professores, também é abordado a questão da estrutura física dos prédios escolares e como isso é importante no processo de aprendizagem. E por último, na terceira abordagem é evidenciado o papel do professor nesse processo e a abordagem da escola e como os dois se integram para propor uma realidade educacional melhor.

As considerações apresentadas neste trabalho possibilitam ao leitor reflexões, pois, é notória a necessidade da escola de se adaptar ao novo ciclo iniciado no processo de globalização e todas as consequências geradas por ele e diante dos fatos o que deve ser feito para tomar as iniciativas necessárias para vencer essa nova fase na educação brasileira e dar um salto de qualidade no ensino, pois o mundo mudou e a forma de aprender com ele também.

A ORIGEM DA TECNOLOGIA E SUAS VANTAGENS DIDÁTICAS NA SALA DE AULA

Evidenciando a etimologia de tecnologia é sabido que: se trata de uma palavra de origem grega que vem da fusão de dois termos, ‘techne’ e ‘logos’, sendo que o primeiro remete a técnica e o segundo estudo; Em uma tradução livre e literal há uma definição simplória de que tecnologia é o estudo da técnica que tem como função desenvolver capacidades que buscam facilitar, evoluir e dar atratividade às atividades desempenhadas rotineiramente. Desde que o vocábulo tecnologia passou a existir, tem tido como sinônimo algumas palavras nas quais uma das que mais se associa é: avanço. O avanço tecnológico na educação tem sido um dos temas mais abordados nos últimos tempos, pois como o conhecimento está em constante metamorfose, ou seja, adaptando-se as realidades incorporadas dia após dia, a educação deve buscar sempre evoluir de acordo com as necessidades exigidas a cada tempo. Mas isso tem acontecido da forma que deveria?

Partindo de um molde antigo com raízes na segunda metade do século XX, o sistema educacional brasileiro precisa urgentemente de uma reforma em seus métodos pedagógicos que aliem a demanda do aluno do século XXI com o avanço das técnicas na hora de aplicar a informação recebida ao longo do tempo na sala de aula, sendo a tecnologia uma das ferramentas disponíveis com o melhor retorno para aliar exigências que atualmente são desafiadoras. É importante ressaltar que para o avanço tecnológico na educação não é necessário inundar as escolas e universidades com celulares, tablet’s e etc, mas sim adaptar essas tecnologias à vivência na sala de aula.

A persistência da oralidade primária nas sociedades modernas não se deve tanto ao fato de que ainda falemos (o que está relacionado coma oralidade secundária), mas à forma pela qual as representações e as maneiras de ser continuam a transmitir-se independentemente dos circuitos da escrita e dos meios de comunicação eletrônicos. Lévy, 1998, p. 51.

O ponto chave da questão vai além dos meios   tecnológicos  que serão usados no processo de aprendizado, trata-se de uma produção cooperativista em que professores e os alunos sejam colaboradores, os tirando de posições pré-determinadas onde o professor é apenas o transmissor e o aluno receptor, elevando a transferência de conhecimento a um patamar de pluralidade de informações que serão de grande valia para ambas as partes.

É necessário repensar a questão da dimensão do espaço e do tempo da escola. A sala de aula deve deixar de ser o lugar das carteiras enfileiradas para se tornar um local em que professor e alunos podem realizar um trabalho diversificado em relação ao conhecimento. O papel do professor deixa de ser o de “entregador” de informação, para ser o de facilitador do processo de aprendizagem. O aluno deixa de ser passivo, de ser o receptáculo das informações, para ser ativo aprendiz, construtor do seu conhecimento. Portanto, a ênfase da educação deixa de ser a memorização da informação transmitida pelo professor e passa a ser a construção do conhecimento realizada pelo aluno de maneira significativa, sendo o professor, o facilitador desse processo de construção. Valente, 1999, p. 8.

O advento tecnológico na educação é inerente ao desenvolvimento curricular, tendo como consequência uma série de benefícios além de aumentar a integração entre o aluno e o professor, é possível salientar alguns: desperta o interesse dos alunos na busca pelo conhecimento e aumenta a quantidade de informação disponível aos professores, estimula a interação possibilitando a alunos com dificuldade de comunicação a executar tarefas que de acordo com o método tradicional impossibilita a execução de atividades em grupo com efetividade por exemplo.

REALIDADE NA SALA DE AULA

O maior confronto para inserção de um modelo educacional mais próximo de uma realidade mais tecnológica, além das limitações financeiras impostas pelo governo, ou pela falta de estrutura nas instituições de ensino, é também a forma como essas tecnologias serão integradas na no sistema, unir os conhecimentos técnicos com a didática de ensino.

Uma das dificuldades para a inserção tecnológica na sala de aula é a adaptação dos professores ao uso dessa nova metodologia. Tendo em vista que em sua maioria não possuem conhecimento suficiente da nova abordagem, passam enfrentar dificuldades no domínio das ferramentas tecnológicas além de, não terem segurança suficiente para implementar um método de ensino baseado no uso das Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC. A raiz do problema remete ao período de formação acadêmica, pois molde repassado nas salas universitárias durante cursos de licenciatura ainda revelam padrões estabelecidos na última reforma educacional nos idos da década de 60, que estabeleceu os métodos conhecidos até hoje então eles são formados em padrões obsoletos. Da formatura são encaminhados até as salas e, consequentemente pela dificuldade de adequação, falta de domínio e ausência de instrução sobre a dinâmica tecnológica e acabam, por fim, aliando o ensinamento mecânico a um modelo de aula controlador, tendo como resultado um conhecimento engessado, singular e linear.

Em 1964 foram realizados um censo escolar e os resultados apesar dos mais de 50 anos corridos até então se mostram preocupantes, com uma realidade próxima (para não dizer igual) a que é vista nos dias de hoje. De acordo com Leite (2013) os resultados obtidos após a pesquisa relatam que as maiores dificuldades apontadas pelos alunos para permanecerem na escola são: A falta de adequação curricular, a má qualificação dos docentes, a qualidade dos equipamentos necessários para uso regular nas salas de aula ou a falta de existência deles, falta de material escolar, distância entre a casa e a instituição dentre outros aspectos.

Evidentemente a responsabilidade para a inserção tecnológica na escola não depende tão somente do professor e de como ele é formado, a escola e seus gestores devem preparar o espaço físico de forma eficiente para que a experiência aluno- professor seja maximizada, o que infelizmente ainda não é um padrão no Brasil; Como foi mostrado no parágrafo anterior, o cenário educacional brasileiro ainda não consegue entregar o mínimo necessário para que se tenha um aprendizado efetivo na menor escala possível.

A estrutura escolar é importante pois, precisa dar ao aluno a capacidade que ele necessita para cumprir suas atividades, favorecer a relação interpessoal, oferecer possibilidades que possam conceder uma dinâmica de aquisição de conhecimento maximizada a, ou seja, a escola e sua estrutura devem ser atrativas para os alunos, assim os mesmos estarão estimulados  para  realizar o que for proposto. Se isso não acontece, se a estrutura da instituição não favorece o potencial do aluno o efeito é o oposto do que foi citado. O ambiente mal estruturado passa a ser na visão do aluno um ambiente tedioso e mórbido, para o professor o processo de ensino se torna um fardo pois ele não conseguirá exercer a função na qual lhe foi dedicado. Tendo ciência de que a escola é tida no jargão popular como a ‘segunda casa’ dos alunos, essa casa deverá ter estrutura suficiente para receber seus moradores de forma sucinta.

De acordo com Buitoni é possível concluir que:

Quando Mayumi falava em espaço, não estava se referindo apenas a uma sala com suas quatro paredes. A ideia de espaço incluía também a forma como ele era ocupado. Ao defender a qualidade do equipamento público, ela não tratava o espaço construído como determinante para a qualidade das atividades a serem desenvolvidas ali, mas entendia que a qualidade do espaço poderia influir positiva ou negativamente nessas atividades. Buitoni. 2009. p. 132

Ou seja, antes de pensar na possibilidade de digitalizar o formato das aulas tornando-as mais atrativas aos alunos, se deve reformar todo um sistema que simplesmente já foi eficiente um dia, porém parou no tempo. A primeira parte é o investimento no capital humano, investir na formação dos professores para que os mesmos tenham capacidade de avançar na metodologia de ensino. Posteriormente é necessário investir na estrutura da escola para que o espaço de vivência dos alunos possa maximizar os ganhos obtidos através do uso da tecnologia.

O PAPEL DO PROFESSOR E DA INSTITUIÇÃO NO PROCESSO TECNOLÓGICO

O professor tem importância crucial no processo de implementação de recursos que possibilitam o uso da tecnologia, pois atua como um mediador que compreende as dificuldades para se instaurar uma nova demanda na escola e atua como um agente de inovação que compreende a necessidade evolutiva urgente no sistema de ensino atual. Ele não se tornará membro coadjuvante da educação, mas permanece como peça principal no que tange o papel de educador em sua função de transmitir conhecimento, além da atribuição tradicional. O docente terá que desempenhar um papel importantíssimo no auxílio e na capacitação dos alunos para a inclusão no universo digital, sendo assim possível ao aluno permanecer na escola e preparando o mesmo para a vida fora.

É importante que o professor entenda também que o fato de a escola estar equipada com os mais modernos recursos não é sinônimo de melhoria na qualidade de ensino. Os aparatos podem dinamizar o processo de aprendizado, mas isso não é fator para se eliminar as práticas pedagógicas.

Mesmo que haja o uso de ferramentas tecnológicas na educação é importante que se tenha a compreensão por parte da docência envolvida no processo evolutivo, de que esses métodos devem ser adaptados ao uso didático, ou seja, inserindo os meios de acordo com a necessidade do projeto de educação, não as demandas particulares dos alunos possibilitando dessa forma a distração em sala de aula.

Para implementação de um projeto dessa envergadura, é necessário adaptar a instituição à nova realidade usando os mecanismos como auxiliares nas atividades curriculares, dessa forma a tecnologia deve ser usada como um instrumento específico e com objetivos determinados em seu componente curricular, não somente uma prática induzida de forma voluntária. Assim, para efetivamente contribuir para o conhecimento enquanto entendimento, o domínio das tecnologias tem de favorecer os processos meta cognitivos que permitem uma análise crítica das informações e, o mais importante, pressupõem associação (sociabilidade), nos termos propostos por Simmel (1983), ou seja, interação igualitária entre desiguais em torno de objetivos e conteúdos comuns. A escola tem muito a contribuir nesse processo, pois é um espaço privilegiado de sociabilidade. MAMEDE-NEVES & DUARTE, 2008, p.777

Acesso à informação não significa necessariamente acesso ao conhecimento, é preciso adaptar as técnicas e a visão do magistério para poder metabolizar esse conteúdo que será recebido e convertê-lo em saber para que no último passo o lecionando o receba de forma efetiva.

O professor deve buscar constantemente o seu aperfeiçoamento como profissional, procurando sempre estar ciente das inovações do seu tempo, e estar a par das mudanças que estão em sua volta se colocando em um ponto inicial do aprendizado que começa por ele e é transmitido para seus ouvintes posteriormente de forma simplificada, mas que não deixa a desejar em conteúdo.

Para que isso ocorra também é preciso que o professor esteja motivado, que ele tenha interesse em buscar crescimento exponencial e que também a instituição em que ele está vinculado ofereça a estrutura necessária que permita que o mesmo realize um trabalho inovador, articulando a didática com os novos meios. Essa ideia foi complementada por Moran (2004) no qual diz que para um modelo educacional eficiente o fator mais precioso é o material humano, onde é necessário ter profissionais bem preparados, motivados profissionalmente e financeiramente, e contundentemente como fator principal para o bom desempenho da função, deveriam estar com a formação pedagógica em dia.

Em tese, o papel do professor no processo de implementação de novas tecnologias é habilitar-se para o desenvolvimento contínuo da tecnologia em prol do aprendizado se mantendo atualizado das fontes necessárias para a execução do seu trabalho, manter os alunos motivados e os instruir no uso das ferramentas disponíveis para obter conhecimento, além de, estar em consonância com a instituição na qual ele atua buscando e contribuindo no fortalecimento estrutural da mesma para que possibilite a melhor vivência possível entre: professor, aluno e escola.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Após a construção deste artigo considera-se que a educação necessita de uma reforma contundente em toda a estrutura de sua cadeia.

Foi mostrado que apesar de toda tecnologia disponível atualmente a disposição do ensino, o uso das mesmas muitas vezes se torna um processo complexo pois infelizmente o sistema educacional no cenário brasileiro não acompanhou o avanço tecnológico e hoje as instituições de ensino contam com uma defasagem muito grande tanto em material humano quanto em estrutura escolar, o que pode ser considerado um reflexo social.

A ausência de capacidade do recebimento de uma didática de ensino condizente com o século XXI começa na formação dos  professores e vai até a mentalidade dos alunos, prova de um sistema de educação que não evoluiu e traz consigo características de ensino oriundas da segunda metade do século XX, onde o foco era o controle do aluno na sala de aula e não a essência do aprendizado em si. Passa também pela falta de estrutura das escolas para receber os equipamentos, que em sua grande maioria não possui a menor possibilidade de receber aulas convencionais, quem dirá possibilitar o recurso de aparatos tecnológicos em suas aulas.

Mesmo que haja um desafio muito grande pela frente no tocante tecnologia na escola, isso é um fato, é consequência de um processo de evolução da raça humana, cada vez mais a educação tem buscado avançar nesse aspecto, mesmo com as limitações é possível ver que há um esforço que busca inserir uma nova metodologia que recupere o interesse dos alunos em permanecer na escola, traga aos professores o prazer em dar aula  e  transforme a sociedade na qual ela faz parte.

É importante não esquecer de que a sociedade é  composta  por   pessoas, e que o uso de realidade virtual não pode se tornar um fator determinante no processo de conhecimento, é necessário manter as raízes da escola que são: pluralidade de pensamentos, relação interpessoal, e a da esfera na qual ela faz parte, as ferramentas devem ser usadas como auxiliares do processo educacional e não como engrenagem principal de um sistema onde o ser humano e sua essência ainda são o principal foco.

O professor permanece como mecanismo principal de uma máquina que deve funcionar. O papel dele não muda, que é ensinar, mas ele deve entender que: Atualmente o pedagogo não é mais o único detentor de conhecimento dentro da sala de aula, é importante implementar uma estrutura de ensino colaborativa, transformadora e dinâmica na qual ele se torna um colaborador no processo de aprendizado dos estudantes. É fundamental que o preceptor se prepare e se adapte ao uso dessas tecnologias pois vem de um ponto de transição onde o antigo e o novo se chocam e geram conflitos. É necessário entender as ferramentas que serão disponibilizadas antes de repassá-las para frente para que a transição entre o ultrapassado e o moderno seja sutil, eficaz e não ocasione o contrário do planejado.

A escola precisa se moldar em todas as áreas para que possa receber uma transformação dessa magnitude. A estrutura escolar (principalmente a pública) é o que mais chama atenção nesse processo, pois, com um projeto educacional antigo os prédios que essas instituições estão instaladas em sua grande maioria não apresentam capacidade para receber as TIC e para que isso aconteça é necessário investimento, o que no Brasil sempre é um problema.

O caminho é árduo e o processo de implementação é longo, visto que é urgente, pois em uma comparação com outros países é notória a discrepância no processo educacional e um dos fatores determinante é a falta de domínio das TICs. O professor e a escola devem trabalhar em conjunto para reconhecer a demanda da sociedade e poder sanar essa necessidade em suas salas de aula. O conhecimento tecnológico já é palpável exigindo que a escola se adapte a esse período da humanidade para ontem, mas isso só será possível quando o assunto educação de fato for levado a sério fazendo com que as peças principais desse contexto se posicionem e tornem realidade o que por enquanto ainda é sonho.

POR: DIANA ALMEIDA