/CONTRIBUIÇÕES DA PSICOPEDAGOGIA COMO APOIO NO ÂMBITO ESCOLAR

CONTRIBUIÇÕES DA PSICOPEDAGOGIA COMO APOIO NO ÂMBITO ESCOLAR

A psicopedagogia como é uma área que atua no estudo de como as   pessoas   constroem o conhecimento, logo, quando voltada para a educação, atuará nas nuances que o ensino pode contribuir para o desempenho escolar de cada pessoa. Em todas as fases da vida, desde uma simples criança até uma pessoa idosa. Tratar-se-á neste artigo como fora e com é esse estudo supracitado na sociedade, principalmente na área infantil, logicamente. Essa temática é muito rica no que se refere à atuação de um profissional da área, pois existem diversas, técnicas das quais podem ser usadas para fazer com que o processo educacional nas escolas possa ser aprimorado cada vez mais.

O Psicopedagogo deve atuar para evitar e aprimorar problemas que possam surgir no decorrer da aprendizagem de cada indivíduo.  Como, por exemplo, a dislexia e o TDA/H (Transtorno Do Déficit De Atenção e Hiperatividade). Como é sabido, esses são vilões principais no âmbito educacional. Mas com estudos e técnicas colocadas em práticas, certamente, é possível modificar situações ruins em boas.

O objetivo deste artigo científico é trazer à tona as possibilidades e as conquistas que a psicopedagogia traz para a área da educação. Desta forma, apresentando-a, não somente aos profissionais desta área, mas a todas as pessoas que possam, por ventura, conhecerem um pouco do que se faz, o que é e quais são os possíveis benefícios para a educação. Uma vez que esta é, ou deveria ser o foco maior da sociedade.

O procedimento metodológico deste texto é possibilitar o conhecimento da psicopedagogiano processo de aprendizagem através de dados, de defesas, de gráficos etc. que comprovem o que se é escrito neste artigo.

A DISLEXIA E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM

Primeiramente se faz necessário discorrer sobre pontos chave sobre a dislexia. Pois bem, e o que é dislexia? um   distúrbio    genético e neurobiológico que independe da preguiça, da falta de atenção ou má alfabetização. O que ocorre é uma desordem no caminho das informações, o que inibe o processo, ou nas palavras do exímio Médico Dráuzio Varella “é um transtorno genético e hereditário da linguagem, de origem neurobiológica, que se caracteriza pela dificuldade de decodificar o estímulo escrito ou o símbolo gráfico. A dislexia compromete a capacidade de aprender a ler e escrever com correção e fluência e de compreender um texto. Em diferentes graus, os portadores desse defeito congênito não conseguem estabelecer às letras”.1 Mediante essas explanações conceituais é notório que uma dificuldade desse porte é complicadíssima quando um aluno a possuir. Porém há meios de procurar lidar com essas dificuldades e é aí que entra o psicopedagogo.

Como fazer para lidar com pessoas disléxicas quando o problema atingir o processo educacional? Primeiramente, deve-se diagnosticar se aquela pessoa tem ou possui fortes traços do distúrbio.

Portanto, depois de analisadas todas essas dificuldades supracitadas, o profissional de psicopedagogia deverá fazer com que o professor fique sempre perto desse aluno para observá-lo e encorajá-lo, deve valorizar os trabalhos desses alunos por meio do conteúdo e não de erros ortográficos, evitar que pessoas com esse distúrbio leia em público, permitir o auxílio tecnológico, como a calculadora, optar por deveres de  casa  curtos  e motivadores, sem envolver em demasia a leitura e a escrita, dentre outros meio.

O TDA/H E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM

O Transtorno do Déficit de Atenção (TDA/H) é o diagnóstico neuropsiquiátrico usado para nomear um comportamento desatenciosa com ou sem histórico de hiperatividade física ou mental excessivo, presentes predominantemente em crianças e adolescentes.

Ou seja, é mais um árduo caminho que a psicopedagogia irá atuar para contornar a situação de dificuldade dos alunos. Seguindo o mesmo caminho de linha pretéritas acerca da dislexia deve- se, primeiramente, observar e procurar obter um diagnóstico do especialista da área. Desta forma, depois de   feito   isso, entra a atuação de outros ramos e um deles é a do estudo deste artigo. O psicopedagogo deve avaliar aquela criança e aplicar os meios corretos de intervenção e incentivo na situação específica.

Os temas citados em linhas pretéritas foram apenas para dar um norte inicial para obter uma formação primária da ideia de atuação de um psicopedagogo. Porém, as atuações principais e/ou essenciais serão descritas desde já.

No decorrer de todas as séries de ensino existem alunos de diversos estereótipos, pois todos são heterogêneos, portanto, cada qual precisa de um auxílio e apoio especializado para solucionar    ou    dirimir as dificuldades que são encontradas na esteira educacional.

Nesse rumo de interação e respeito, aqueles que demonstram algum nível de labor, para eles, surgem a psicopedagogia, na qual possibilita subsídios e meios para que se tenha um aprofundamento dos processos cognitivos e dos processos psicológicos que apresentam alguma dificuldade na aprendizagem. Deve- se focar no aluno em suas características cognitivas e sentimentais, evoluindo métodos que objetivam a ampliação do conhecimento atrelado à realidade do aluno, logicamente, que não falte a interação das novas tecnologias para com os educandos.

É necessário que haja um trabalho interdisciplinar para ajudar na educação de cada aluno. E como isso pode ser feito? Por meio de atividades e incentivos de profissionais de diversas áreas da educação com o intuito comum de sempre aprimorar a educação e os processos educacionais. Por exemplo, hipoteticamente, numa determinada escola possui alunos do 1º ano até o 5º ano do Ensino Fundamental e nesse meio existem crianças de todos os tipos, logo caberá a todo o corpo   docente se reunir para buscaram o mesmo fim, que é o de aprimorar o sistema educacional daquela escola específica e quiçá aprimorar o sistema educacional como um todo.

Sem precisar de análises minuciosas, certamente, uma boa parcela das pessoas sabe que no seio social é na escola o lugar central em que aparecem os sintomas das dificuldades de aprendizagem. É nesse cenário que surge a psicopedagogia   com o objetivo de ajudar e fornecer meios para todas as pessoas que fazem parte da educação.

Abrindo um parêntese e fazendo uma crítica construtiva, é-se observado que diuturnamente se é pego absorvendo informações novas quer sejam novas tecnologias ou descobertas e inovações nas mais diversas áreas. E com isso não se tem tempo para analisar minuciosamente, ou melhor, não se tem tempo para refletir a respeito das novidades, pois tudo, mesmo que seja de pequena monta, irá influenciar em algo. Como a educação é uma área que, obviamente, trabalha-se com pessoas, portanto, é de importância primordial a reflexão nos sistemas de ensino. “Refletir é colocar o pensamento diante de si mesmo, tal qual uma pessoa diante do seu espelho”.  Refletir   leva as pessoas a entenderem situações distintas acerca de um mesmo tema. A beleza da reflexão é indiscutível.  Infelizmente o atual sistema vem implantando o meio de fazer com que os alunos apenas decorem e não parem para pensar naquele assunto específico. Cabe aos professores a atuação devida para o processo de aprendizagem educacional.

Desta forma, a psicopedagogia vem para auxiliar as pessoas que possuem problemas para aprenderem, as que são reprovadas sucessivamente, as que não atingem um grau de harmonia com os demais colegas e que, por causa disso, lamentavelmente, são colocadas um pouco de lado no andamento de aprendizagem. O descontentamento e a intranquilidade dos profissionais que atuam periodicamente com as complicações que os educandos têm para aprenderem    fizeram com que emergir- se a psicopedagogia, admitindo que áreas distintas do conhecimento como a Psicologia Cognitiva, a Sociologia, a Antropologia, a Psicanálise, dentre outras viessem a contribuir com os alunos que demonstram uma complexidade de absorver, quando o assunto é aprendizado.

Quando se volta para essa investigação que o psicopedagogo atua é preciso estar desvinculado de quaisquer influências anteriores e conceitos pré-fixados, estar desvinculado de quaisquer afetividades, olhares e especialmente compreender tudo o que ouve e enxerga para poder interceder, contribuir, edificar planos de trabalho com os implicados no procedimento educativo.    Certamente, a aprendizagem não sucedida na escola é uma das circunstâncias do insucesso escolar.

Como a psicopedagogia opera no procedimento de aprendizagem, reconhecimento e terapia de   seus   bloqueios, logo, o psicopedagogo transforma-se no incumbido a descobrir e cuidar das probabilidades de   obstáculos   no campo educacional das instituições e também em clínicas.

O psicopedagogo idem beneficia e ajuda as pessoas que, por ventura, sentem empecilhos para o saber. Procura fazer com que o indivíduo reconheça as suas potencialidades, dos seus limites e de como agir diante deles, e a mostrar meios que o influencie no desenrolar do aprendizado. Disponibiliza instrumentos de entendimentos de cada aluno em particular da circunstância de não conseguir aprender, recolhendo dados no tocante ao cenário de ensino- aprendizagem da determinada escola. Potencializar ações com uma parte ou a totalidade da comunidade escolar, descobrindo o substractum que obsta exponencialmente a aprendizagem, e rastrear formas de como superar esses obstáculos é função do psicopedagogo.

Por conseguinte, a psicopedagogia necessita ficar desvinculada a toda e qualquer interferência externa para conseguir cumprir seus objetivos de formato claro, sem concepções pré-determinadas, conseguir olhar sem a interferência de olhares distintos que muitas vezes procuram esconder algo de si mesmo e dos outros, visando na maioria das vezes, isentar- se de responsabilidades que lhe são atribuídas. Consequentemente, fica nítido que uma boa parcela dos envolvidos no procedimento educacional opta pela ocultação dos problemas verídicos que podem ou não estar nessa parcela, quando o assunto é educação. Entretanto, também há a possibilidade de estar nas imensas maneiras e formas de se passar o assunto ao aluno. Destarte, o psicopedagogo institucional opera na instituição escolar em companhia aos que estão aprendendo e os que estão ensinando, e com os demais envolvidos desse âmbito maravilhoso e tão árduo para alguns e tão fácil para outros. Porém, é foco indiscutível a atuação do psicopedagogo, como aliado enérgico, para melhorar, contribuir, dirimir e possibilitar a conclusão das adversidades encontradas pelos alunos, e fazer com que, de alguma forma, a educação se torne efetiva e prazerosa para eles também.

A DISLEXIA E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM

Conclui-se que, mediante toda a análise feita e todo o aprendizado absorvido através do árduo presente artigo, a sociedade ela necessita enormemente de profissionais da área de psicopedagogia institucional. E por quê? Por causa de que com eles a educação tem e terá um diferencial e um facilitador para os alunos de diversas instituições escolares, principalmente as crianças que são a base de uma nação.

As escolas têm um papel decisivo nas comunidades, com suas influências e interferências. Um longo período para a vida de muitos é passado dentro da escola e muitas das vezes para alguns é uma experiência agradabilíssima, mas para outros é dolorosa, pois encontram obstáculos para aprenderem. E, às vezes, estes são deixados de lado pelo sistema hodierno. Entretanto é nessa perspectiva que é de suma importância a figura do psicopedagogo institucional, uma vez que ele irá atuar para auxiliar nas dificuldades no processo de aprendizagem destes alunos com técnicas específicas, distribuindo nas várias áreas, procurando sustentáculos para respostar tudo o que dificulte a aprendizagem. Desta forma, a função do psicopedagogo aumenta a expectativa da recepção, do descobrimento, dos meios, enfim, de fazer com que aquele determinado aluno possa se ver o máximo possível distante de obstáculos no decorrer do seu aprendizado.  Um   bom   profissional irá atuar usando o que está ao seu alcance, mas um ótimo profissional irá atuar usando o que está além do seu limite e procura usar de tudo que for possível ao seu redor para transformar beneficamente a vida do próximo.